Todos sabemos que uma empresa é composta pelo tripé: acionistas ou dono, clientes e funcionários. Se faltar algum dos elementos desse tripé a empresa não existirá. No entanto, algumas empresas têm uma visão míope dessa realidade, pois valorizam apenas acionistas e clientes esquecendo-se dos funcionários. Em relação a outra parte do tripé, ou seja, os funcionários, infelizmente é utilizada a política do troca troca. São empresas onde a rotatividade de pessoal é grande, e praticamente não há valorização do ser humano.
Contudo, podemos afirmar que são organizações que terão de repensar sua forma de atuar no mercado. Ou mudam sua política ou estarão fadadas à extinção.
O grande Peter Drucker que utilizava os potentes binóculos da visão arejada e ousada, e, por isso, enxergava anos luz à frente da maioria de nossos empresários, afirmava há mais de trinta anos que, o maior ativo de uma empresa é o seu pessoal.
Drucker tinha razão. Quando a empresa valoriza o indivíduo proporcionando um ambiente saudável, distante da rotatividade que amedronta e gera incerteza, a produtividade é maior e a qualidade dos produtos e serviços melhor. Maior produtividade e melhor qualidade dos produtos e serviços satisfazem os clientes.
Clientes satisfeitos são lucros garantidos aos acionistas. Por isso não é demais afirmar que a parte mais importante do tripé acionistas, clientes e funcionários, é sem sombra de dúvidas os funcionários que compõem a organização. Preste atenção, caro leitor, geralmente em empresas, lojas e indústrias que você é mal atendido, pode ter certeza de que lá trabalham funcionários insatisfeitos, descontentes com o ambiente e a política da empresa. Não são valorizados, são tratados como mais um, portanto, não se empenham em atender bem o cliente. E se você foi mal atendido, provavelmente falará a seus amigos e deixará de adquirir produtos dessa loja ou indústria.
A MTW Corp., empresa de software dos Estados Unidos diminuiu significativamente a rotatividade de seu pessoal, passou a valorizar as pessoas que trabalhavam na organização, primou por um ambiente saudável e o resultado foi excelente. Em cinco anos seu faturamento anual pulou de 7 milhões de dólares para 40 milhões de dólares.
Em seu livro "Liderança Saudável" nos conta o consultor de empresas e escritor Alkindar de Oliveira que a empresa Souwthwest Airlines, que está entre as oito maiores companhias aéreas dos Estados Unidos, vem se consolidando no mercado como uma das empresas mais lucrativas de sua área. Seus vôos são pontuais, - bem diferente do que ocorre no Brasil - , o manuseio com as bagagens é perfeito e as reclamações praticamente inexistem. Os clientes estão satisfeitos, os acionistas também. È que na Souwthwest os clientes e acionistas vêm em segundo lugar. Em primeiro estão as pessoas que trabalham na companhia.
São apenas dois exemplos de como a valorização do indivíduo agrega valores às empresas. São duas gotas em um imenso oceano de modificações, de melhorias e de valorização da criatura humana. Sinal de que as coisas estão mudando, e para melhor.
Por isso, forçoso admitir que as famosas frases: "O cliente tem sempre razão" e "O cliente em primeiro lugar", são frases de impacto, entretanto, devem servir apenas para marketing. Se a empresa quer de fato ver seu cliente satisfeito e seu acionista obtendo lucros, deve pensar que em primeiro lugar vem mesmo o cliente, mas o cliente interno, ou seja, os funcionários da organização, pois como afirma o guru dos gurus Peter Drucker, o maior ativo das empresas é o seu pessoal.
Fonte: http://www.administradores.com.br
Autor: Wellington Balbo, 36 anos, professor universitário e escritor. Bacharel em Administração de Empresas e licenciado em Matemática.
Cristiano Eloi, do site newtrade.com.br
25/05/2011
A descentralização, a interiorização e a regionalização da economia - que fez com que outras regiões fora do tradicional eixo Sudeste/Sul crescessem e tomassem importância como no Nordeste, Centro-Oeste e Norte – contribuíram para que as empresas atacadistas distribuidoras regionais fossem um dos destaques do Ranking ABAD/Nielsen 2011 (ano-base 2010). Com isto, as empresas que operam no sistema de atacado regional ganharam força sobre as empresas que atuam nacionalmente.
"Operar nacionalmente é mais complicado. Uma empresa nacional que opere regionalmente pode ser uma boa solução, mas a tendência da indústria é trabalhar com agentes de distribuição regional fortes com bom portfólio de serviços que vão além de apenas vender e entregar. Além disso, as barreiras tributárias muitas vezes complicam muito a operação de empresas que atual nacionalmente, mesmo através de CDs e de filiadas regionais", afirma Carlos Eduardo Severini, presidente da ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores.
As empresas podem crescer muito regionalmente, atendendo melhor o varejo local ao prestar um melhor serviço para a indústria que busca parceiros fortes regionalmente e que realizam um melhor trabalho de atendimento, de distribuição e de cobrança. Já o desafio dos atacadistas nacionais não é diferente de o de qualquer outra grande empresa nacional, cujas dificuldades de operar fora das regiões em que eles dominam com facilidade são as mesmas em todos os lugares. No geral, as companhias nacionais se defrontam com uma operação complexa, com regras amplas e orientadas pela matriz, custos mais elevados e tomadas de decisões, que acontecem de maneira mais lenta do que a das empresas instaladas na localidade atendida.
"O sujeito que está perto pode tomar decisões rápidas, pois ele conhece o cliente e tem custo muito menor porque a sua empresa é menor. Você estar mais próximo do local em que tem de atender é mais barato do que você fazer grandes deslocamentos. As estradas no Brasil são ruins, os custos dos transportes são elevados, enfim, existe uma série de fatores que atrapalham a operação", diz Nelson Barrizzelli, economista e professor da FEA – Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP – Universidade de São Paulo.
Aliás, esta vantagem competitiva observada no modelo de empresa regional é a mesma razão pela qual o pequeno e o médio varejista conseguem competir com as lojas das grandes redes varejistas de igual para igual e, às vezes, de uma maneira muito melhor na região em que o estabelecimento está instalado. O grande desafio das empresas maiores é o de conseguir desenvolver um modelo de operação que seja flexível com que o mercado espera dela. "A grande é inflexível, tem um gerente, trata todo mundo de forma homogênea, segue as regras da matriz, enquanto o pequeno varejista está na loja. Se ele for esperto, conversa, conhece os clientes, muda o sortimento, se ajusta e se acerta", afirma Barrizzelli.
Fonte: Newtrade
Nesta quinta-feira (23), os católicos celebram a instituição da Eucaristia na hóstia consagrada. Eucaristia representa ação de graças a Deus porque se festeja a paixão, morte e ressurreição de cristo.
Corpus Christi é uma expressão latina que significa Corpo de Cristo.
É uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença de Cristo na Eucaristia, ocorre 60 dias após a Páscoa.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida
Em decorrência do feriado de Corpus Christi, entraremos em recesso a partir do dia 23 de junho, Quinta-Feira e voltaremos nossas atividades dia 27 de junho de 2011, Segunda-Feira.
Cordialmente,
Adailto Pinto Melo
Presidente
ACAD
Somente o Multiplus deixa de conceder 1 milhão de prêmios por ano; saiba como tirar o máximo de proveito de seus programas de fidelidade
06/06/2011 João Sandrini
São Paulo - Os programas de fidelidade existentes no Brasil oferecem excelentes oportunidades de viajar ou fazer compras de graça. Somente o Multiplus, rede de programas de fidelidade que reúne a TAM e mais 160 empresas, concede a seus participantes todos os meses 300.000 prêmios – passagens aéreas, em sua grande maioria. Por desorganização ou desconhecimento, no entanto, 23% dos pontos acumulados dentro do Multiplus simplesmente viram pó. Os titulares de pontos que expiram deixam de ganhar o equivalente a 90.000 prêmios por mês - ou mais de 1 milhão por ano. Pode ser um pouco trabalhoso e até mesmo chato, mas fazer a gestão correta dos pontos é muito bom para o bolso. A seguir, os presidentes de três programas de fidelidade e outros especialistas explicam como evitar os principais erros que levam milhões de pontos a expirar todos os meses:
1 – Fique atento aos prazos em que as milhas expiram
No Multiplus, os pontos duram dois anos e o consumidor perde o direito a qualquer benefício após esse período. O presidente da empresa, Eduardo Gouveia, diz que esse prazo foi estipulado para que apenas os consumidores fiéis e que possuem uma relação de longo prazo com as companhias que vão distribuir os prêmios acabem beneficiados. “Criamos um modelo em que tanto a empresa quanto o consumidor saem ganhando”, diz Gouveia. Outros programas de fidelidade, no entanto, possuem prazos mais favoráveis ao consumidor. A Dotz, um programa de fidelidade que reúne diversos sites de comércio eletrônico e recentemente iniciou em Belo Horizonte sua expansão para o varejo físico, estabeleceu que os pontos distribuídos no programa só expiram após quatro anos. Já a NetPoints, um programa de fidelidade que deve ser lançado nas próximas semanas e mira as classes B e C, promete chegar ao mercado com uma proposta totalmente diferente. O CEO da NetPoints, Carlos Formigari, diz que os pontos distribuídos pelo programa não vão expirar nunca. Outras inovações prometidas são permitir que os pontos de uma pessoa sejam transferidos para outra e também premiar o cliente da NetPoints que indica outro cliente. Nesse caso, quando alguém indicado faz uma compra e ganha mil pontos, quem lhe indicou para o programa de fidelidade leva outros mil. Resta saber se a relação de troca entre pontos e prêmios também será vantajosa.
2 – Leia os regulamentos dos programas atentamente
Os programas de fidelidade que reúnem diversas empresas, como o Multiplus, possuem regras bastante complexas por natureza. Cada parceiro tem independência para adotar as políticas que desejar. O resultado é que, dentro do Multiplus, há diferentes regras de acúmulos de pontos ao se comprar na TAM, na Oi, no Ponto Frio, na Livraria Cultura ou na BM&FBovespa. Os detalhes são tão sutis que a conversão de pontos da Oi para o Multiplus é feito por meio de uma relação de troca diferente do que a conversão de Multiplus para Oi. Não que uma rede de programas não seja uma ideia boa. “Ao reunir diversos programas de fidelidade em um só, o consumidor passou a ter acesso a prêmios e vantagens que não tinha antes”, diz o consultor Fernando Guimarães, um dos criadores do Smiles, o programa da Gol/Varig. Já o presidente do Multiplus, Eduardo Gouveia, afirma que tanto é verdade que uma rede de programas de fidelidade só ajuda o consumidor que a concessão de prêmios pela empresa aumentou 62% nos últimos 12 meses.
A rede Yes, I Can Do B2B de Pierre Grossmann exigirá anuidade de 200 dólares de empresas que cadastrarem seus produtos para negócios online
Priscila Jordão, da Reuters
O brasileiro Pierre Grossmann investirá 20 mil dólares por mês em sua rede social corporativa
São Paulo - Mark Zuckerberg criou o Facebook com 19 anos. Reid Hoffman tinha 35 anos quando ajudou a fundar o LinkedIn. Mas o brasileiro Pierre Grossmann prova que se aventurar no mercado de redes sociais não é exclusividade dos jovens.
Aos 71 anos, ele acaba de inaugurar a Yes, I Can Do B2B, ferramenta online para a interação de empresas que desejam fechar negócios.
Com seu smartphone a postos rodando o sistema operacional Android, do Google, e um iPad, da Apple, à sua frente, Grossmann não se intimida pela concorrência no setor, que tem crescido exponencialmente.
"Essa ferramenta vai muito além do Google e faz o que nenhuma outra rede social faz. Ela pode conectar um chinês a um brasileiro e fazê-los fecharem negócios", disse à Reuters.
Divulgação
Seven Boys adaptou para a produção industrial o conceito de panificação gourmet e lança a Linea Premium Seven Boys. A linha oferece três variedades de pães produzidos a partir de ingredientes selecionados: castanhas & nozes, granola & passas e 12 grãos. Além de ser uma especialidade gourmet, a Linea vem com a proposta de saudabilidade com ingredientes como sementes de girassol, farelo de trigom açúcar mascavo, linhaça, nozes, entre outros.
“Devemos, cada vez mais, compreender os avanços da ciência, adaptando o trabalho na cozinha ao conhecimento nutricional dos ingredientes, que são fontes de prazer”, afirma Lisiane Cohem, gerente de marketing da Seven Boys.
Fonte:http://www.newtrade.com.br/noticia_interna.php?id=2105

Como levar seu negócio a um novo mercado?
Respondido por Daniela Khauaja, especialista em marketing
São Paulo - Se sua empresa atua em apenas uma região do Brasil, talvez seja o momento de aproveitar o crescimento econômico para expandir a sua área de atuação. Antes de agir, pesquise as preferências dos consumidores.
Ao fazer isso, dispa-se de preconceitos e procure compreender o seu novo público-alvo dentro da moldura de valores culturais da região. Cuidado também com estereótipos – não acredite que já conhece os hábitos e atitudes dos cearenses ou gaúchos porque passou férias lá.
A ACAD entende quanto uma gestão de frota competente impacta nos custos e desenvolvimento do atacadista/distribuidor por isso negociou um convênio com a Check Rota, uma das líderes de mercado no Ceará, para os associados a ACAD poderem usufruir de benefícios exclusivos na aquisição do equipamento e serviços de rastreamento .
Condições especiais para associados a ACAD:
1.Compra direta do associado junto ao fabricante de equipamentos, desonerando o valor do produto em função de impostos, no caso se fosse adquiro diretamente com a Checkrota.
2.Desconto de 34% na instalação dos equipamentos.
O novo estudo da Kantar Worldpanel Brasil “Evolução do Atacado” indica que o setor de Cash & Carry registrou um aumento de 24% nas compras em 2010 em comparação com o ano anterior. Segundo a diretora de varejo da Kantar Worldpanel, Fátima Merlin, o crescimento pode ser explicado pela competitividade no mercado, além da atração do consumidor por preço baixo e promoções.
“O comportamento do consumidor brasileiro está em constante mudança, por isso, pode optar por variados canais de compra”, explica ela. O atacado continua em expansão apesar da queda no ritmo, já que entre 2008 e 2009 a alta chegou a 43%.
Intitulado “EU+PC”, programa de pontos atinge todos os clientes do Grupo PC que ganham vantagens em produtos e serviços
Fortaleza, 07 de abril de 2011 - Para fomentar seus produtos e serviços no segmento atacado distribuidor e estreitar o relacionamento entre todos os envolvidos na cadeia de valor, a PC Sistemas, líder em sistemas de gestão para o setor, lança seu programa de fidelização aos clientes, o “EU+PC”. Operando como um sistema de pontuação, a companhia passa a recompensar o cliente através de ações como a indicação de um parceiro ou a aproximação junto às instituições de apoio do segmento.
Dorival Donadão, sócio da DN Consult, dá dicas para tornar uma empresa atraente para bons profissionais
São Paulo - Como atrair e reter talentos em um cenário de alta competição pela mão de obra? Dorival Donadão, sócio da DN Consult, abordou a questão durante sua palestra no 2° Curso PME, nesta terça-feira (05/04).
De acordo com um recente estudo da Delloitte, reter talentos está no topo das prioridades dos empresários de todos os portes – 56% dos 352 executivos ouvidos no estudo afirmaram ter esta preocupação. “Antes de custos e competitividade, capital humano é a principal preocupação dos empresários”, destaca Donadão.
Para o especialista, o principal desafio dos empreendedores é entender o custo benefício de identificar e manter profissionais com competência diferenciada. “Estamos vivendo um momento de apagão de mão de obra. Não se trata nem de talentos. É fundamental manter os profissionais minimamente qualificados”, diz.
Confira a seguir dicas do especialista para atrair e manter profissionais na sua empresa:
1. Invista em treinamento
Para o especialista, o déficit de capacitação é um dos principais gargalos do mercado de trabalho hoje. Para resolvê-lo, é preciso investir em treinamento dentro de casa. “É preciso desmistificar a palavra talento. Talento é alguém capaz de dar conta do recado. Isso pode ser alcançado com foco, objetividade, disciplina e treinamento”, diz.
2. Multiplique a competência
Aproxime os profissionais com potencial daqueles que já apresentam um bom desempenho. “Use o conteúdo do competente como um objeto de aprendizado para os outros. Assim, quando você for embora, ele não fica na mão”, destaca.
3. Desenvolva os talentos
“Quem é talentoso não quer ser ‘retido’, ele quer ser desenvolvido, desafiado, provocado”, diz Donadão. Cabe ao gestor criar um ambiente propício para que os funcionários talentosos se sintam motivados a explorar seu potencial.
4. Exija produtividade em troca de aumento
Na hora de negociar com um funcionário que recebeu uma proposta para sair da empresa, exija contrapartidas para o aumento proposto. “Se você entrar no leilão e subir o salário sem exigir o aumento de produtividade, a empresa sai perdendo”, aconselha.
5. Reconheça os funcionários
Saiba reconhecer os funcionários pela sua participação no sucesso do negócio. “O reconhecimento não é só monetário. É deixar claro que a pessoa é útil, necessária, imprescindível”, diz o especialista. “O feedback deve ser dado sistematicamente por meio de instrumentos definidos de avaliação da performance do funcionário”, destaca.
6. Envolva os colaboradores em uma causa
“As pessoas se engajam não em tarefas cotidianas, mas em uma causa”, alerta Donadão. Por isso, é importante compartilhar com os funcionários uma visão de futuro, estabelecendo os desafios de cada um para que ela seja alcançada.
7. Defina bem os papéis
“Parece óbvio, mas o profissional deve saber exatamente o que é esperado dele”, diz o especialista. Segundo ele, é importante definir claramente as funções e responsabilidades de cada cargo para que o profissional saiba o que deve fazer, em que prazo e com qual nível de qualidade.
8. Ofereça oportunidades de crescimento
Mostre aos funcionários que eles terão oportunidades de crescer dentro da empresa. “Não é crescer só pelo bolso, mas também pelo aprendizado”, aponta Donadão. “O próprio ambiente de trabalho é um laboratório”, ele destaca.
9. Tenha coerência ao definir cargos e salários
“É um importante manter um mínino de racionalidade na hora de definir salários para não ficar vulnerável a críticas”, recomenda o especialista. A dica é criar uma escala com patamares pré-definidos para evitar discrepâncias.
10. Institua a meritocracia
“Remunere os funcionários pelo mérito, pelos resultados e não pelo tempo de casa ou por critérios subjetivos”, conclui o especialista.
Fonte:www.exame.com.br
Fonte: O POVO Online/OPOVO/Economia www.opovo.com.br
Falta de conhecimento básico e qualificação distanciam cearenses dos lucros advindos do crescimento do Estado. Há vagas, mas não há profissionais qualificados. Dá para sustentar assim o desenvolvimento?
26.03.2011| 16:00
Foi-se o tempo em que o problema deste País era a falta de emprego. Aos quatro ventos, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, grita que o Brasil vai continuar crescendo 5% ao ano e que a perspectiva é de 3 milhões de novos postos de trabalho em 2011, superando os 2,5 milhões de 2010. Mas tem brasileiro para tudo isso? Afinal, Lupi também reconhece que a falta de qualificação de profissionais brasileiros pode estancar o desenvolvimento do País. Mas será que dá para reverter o profundo déficit educacional brasileiro a tempo de se aproveitar as oportunidades de agora?
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